13 de março de 2014

Manhãs

Ontem na TVI perguntaram-nos se tinhamos uma rotina de brincadeiras com os filhos. Cá em casa temos. Não foi pensado, não foi imposto, simplesmente acontece assim quase todas as manhãs. 
A C acorda pelas 9h, dou-lhe o biberon na cama e ficamos ali num acordar tranquilo - entre o "bom dia", "o pai?" dela, o "dormiu bem?" meu e muitos mimos e beijinhos. Um início de dia só nosso. 
Depois começa a agitação entre o quarto dela e o meu, entre tentativas minhas de arrumação e organização do dia, os chazinhos, bonecos e puzzles, vestidos, livros, música, dança e saltos na cama!
É tão bom vê-la brincar…
Ora participo ora fico só a vê-la, "de fora". Gosto de ver os momentos felizes que está a viver, gosto de a ver falar sozinha, na sua lenga-lenga com os bonecos, a dançar, a imaginar as suas histórias. 
Também faz asneiras! Faz exactamente o contrário do que digo, chora de mimada quando é contrariada, ou olha-me com aquele sorriso malandro de quem sabe que está a fazer o que não pode. Mesmo assim, é uma miuda especial, delicada e destemida ao mesmo tempo, feminina, a ternura em pessoa e ótima companhia. 
Tão crescida e tão bebé ao mesmo tempo!



Baby C look:
Vestido - Piupiuchick
Chapéu - Bonpoint (coleção ano passado)

(A Carlota quis colocar duas florzinhas, que tinha na mão, ao pé do cueiro da mana bebé.)



O primeiro matchy-matchy das gordinhas! Que delícia, da nova coleção Piupiuchick!
A nova coleção da marca está de babar, irresistível como sempre! Adoro as cores!
E as peças são pensadas para quem gosta de combinar entre irmãos ou primos, iguais mas diferentes, diferentes mas iguais. O difícil é escolher, está tudo um amor!

As minhas escolhas aqui e dia 30 de Março, ao vivo, no Mercadito da Carlota - Páscoa!



O Blog da Carlota também está no


24 comentários:

  1. Este post está delicioso! Encanta-me o matchy-matchy das suas gordinhas e as fotos tão queridas.
    Um beijinho
    Maria

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  2. Desculpe a dúvida, a Carlota e a mãe tratam-se mutuamente por "você" ?

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  3. Não tenho filhos mas acompanho quase desde o início a Carlota, o seu blog, só que nunca comentei.
    Mas hoje, ao ler o texto e ver as fotos, senti mais vontade de ser mãe.
    Obrigada por partilhar a vossa felicidade.

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  4. Tão querida. Essas rotinas devem ser uma delícia.

    www.prontaevestida.com

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  5. Desculpe a pergunta mas a baby C dorme sempre de manga curta?

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  6. Só uma questão. Porquê ensinar à sua filha a tratá-la por você? A Teresa é uma mulher nova, porquê ir por esse caminho?

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  7. eu explico as vantagens de ensinar a tratar por você! A criança que está habituada a tratar por você...trata todos por você, sejam mais novos ou mais velhos. Rápidamente, aprende com os seus pares, a tratarem-se por tu...mas mantém o tratamento por você aos mais velhos.
    A criança que que apenas é ensinada a tratar por tu...trata todos por tu, e precisa de muito mais maturidade para perceber que não deve tratar toda a gente por tu!

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    1. Isso não é bem verdade. Na realidade a minha filha sempre me tratou por tu e sempre tratou, por exemplo, os avós por você.

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    2. Eu sempre tratei os meus pais, avós e demais por você (senhor/a, dependendo das circunstâncias), mas sempre fui tratada por "tu". No colégio era gozada por isso, dado que os meus colegas tratavam toda a gente por "tu"...eu era a estranha.
      Tenho muito orgulho da minha educação!

      Parabéns Fernanda pela Carlota e pela gordinha 2!! E parabéns pela educação que lhe dá, pelos valores que lhe transmite!!

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    3. Sim, tratar alguém por você é nitidamente sinónimo de passar valores. Estas extrapolações feitas de não sei onde...
      (sem nada contra Fernanda Velez)

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    1. Fernanda. Isto escreveu Teresa vá-se lá entender porquê. Peço desculpa

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  9. Tratar por você mãe para filha é beeeem...e o armanço total! Trata-la por gordinha é o principio de uma anorexia quando a baby C for teen!

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    1. ahahaha lindo!

      Eu por acaso fui educada no "você", sou do Restelo, mas sempre senti pouca cumplicidade com os meus pais. Faço questão que os meus filhos me tratem por tu, educadamente.

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    2. A minha filha trata-me por tu, e tem imenso respeito por mim. Cada um decide por si. No que toca à Fernanda não sei como ela aguenta tanta papagaiada aqui, a sério que não sei. Tudo de bom para si Fernanda, para a Carlota e para o seu bebé. Beijinhos.

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  10. Esta cambada de ignorantes devia cuidar da própria vida ao invés de andar sempre a criticar a felicidade dos outros! Sabem o que são? Gente mal amada! Gente pequena que não sabe ficar feliz com a felicidade dos outros!

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  11. Ahaha! O povinho é demais! É com cada barbaridade que se escreve que daria direito a prêmio Nobel. Eu tb acho q tratar filhos por você é tão ridículo como dormir de sapatos, mas ninguém tem nada a ver com isso certo? Certamente que quem critica também faz e diz coisas que outra pessoa iria achar também uma palhaçada. Todos nós fazemos/dizemos coisas que para nós são normais mas q para os outros podem não ser. Mas confesso que quem se só diz certas coisas para se armar aos cucos, me irrita profundamente.
    Por exemplo, há para aí uma classe que se acha superior que diz que dizer sanita, xau, vermelho, prenda e os filhos tratarem os pais por mamã e papá, e tão piroso como usar um napron debaixo do comando da tv. E ficam super arreliados com os filhos de estes usam algum destes "palavrões"!! Ahaha mas depois esses trintões/quarentões vivem das mesadas que os papás lhes dão pq nem sequer um trabalho decente têm. Deviam era ter vergonha disso :) beijos a todas ( ou 1, para quem achar piroso dar 2)

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  12. Acho que posso dar uma boa perspetiva, a de que tudo é um hábito. Eu trato os meus pais por você, desde bebé. Eles tratam-me por tu. No entanto quer eu quer os meus pais somos gente da aldeia, da agricultura, eles têm a 4ª classe e são pessoas humildes. Mas são mais velhos (fui a última de vários filhos), e antigamente os filhos (independentemente de classes altas ou baixas) tratavam os pais por "você", era uma forma de respeito. Hoje ou se vê apenas, lá está, nas classes etárias mais antigas ou é, usualmente, associado a classes sociais mais elevadas. Os meus colegas de Lisboa indignam-se de me ouvir tratar os meus pais por você (tenho 25 anos). Mas os meus colegas da aldeia sempre acharam normal, e eu só me apercebi desta "coisa" quando vim viver para Lisboa e eles achavam que os meus pais eram "gente fina" por eu os tratar assim. Para mim que sempre me habituei a tratar os meus pais por você, ouvir filhos a tratar os pais dessa forma soa-me muito normal e saudável. A minha filha no entanto trata-me por tu porque dada a estranheza que atualmente é tratar por você e o facto do meu marido tratar os pais dele por tu fez-me decidir que iria deixar a minha filha tratar-me por tu (além disso tive uma educação severa e acho que na relação com a minha filha iria associar um "eventual" você a esse fosso que existia entre eu e os meus pais).

    No entanto, o inverso (pais a tratar filhos por você), como não fui habituada, soa-me sempre tão esquisito...esse esquisito deverá ser o mesmo àquilo que soa aos meus colegas eu tratar os meus pais por você, e este esquisito é igual ao que me soa a mim ouvir os meus colegas a tratar os pais deles por tu (sim, soa-me esquisito que as outras pessoas tratem os seus pais por tu). E ninguém acha que tratar os pais por tu é "piroso/foleiro", pois não?? Mas a mim soa-me esquisito. Não sou chique, não "tenho a mania", não sou nenhum rótulo, apenas me soa estranho porque sou o produto do hábito, daquele hábito a que fui sujeita.
    Vou continuar a reparar e achar esquisito ouvir "pais a tratar filhos por tu", por falta de hábito. Mas há apenas um reparo, o você para os pais é a meu ver mais lógico (a história do Respeito, eles estão "acima" nessa "cadeia"). Claro que todos temos de nos respeitar mutuamente, mas vamos esquecer as psicologias modernas de igualdade e bla bla bla, a verdade é que os pais são a figura máxima nessa pirâmide de respeito. Mas provavelmente, mesmo este meu achar que faz mais sentido tratar pais do que filhos por tu, está sobretudo influenciado pelo meu hábito, mais do que pela lógica da "ordem do respeito".

    Fernanda, as maiores felicidades. Eu não sei como tolera...como tolera a maldade e a inveja (não estou a falar deste post, estou a falar das conversinhas paralelas, comentários aqui e ali e troça em "sites" de mal dizer). Espero que nesta fase sobretudo, em que acabamos por ficar mais frágeis, não deixe que isso a afete. E quanto aos nomes, muito haveria a dizer (a onomástica é um hábito, completamente), transforme em vento as opiniões e escolha apenas por si. Vai ver, ao fim de 1,2 meses, quem outrora disse "que gorror" vai dizer "ah, agora que ja me vou habituando até é...". Eu pessoalmente dos dois que citou prefiro Pureza. É bonito, não cairá em moda (eu tenho um nome muito comum e odeio ser mais uma :p) e espero que tenha a coragem de o escolher :P Eu adoraria tê-lo.

    Odeio escrever tanto, mas mais um reparo. A Fernanda agora está de 4 meses e 1 semana. às 18 semanas estava de 4 meses certos. E às 20 semanas estará de 4 meses e meio certos (4,5 meses é metade de 9 meses, assim como 20 semanas é metade de 40). Aquele hábito de contarmos 1 mes a cada 4 semanas (28 dias) arrasta um erro enorme, olhe repare: 40/4=10, e que eu saiba não estamos grávidas 10 meses :p

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    1. Muito bom comentário!

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    2. Mto bom mesmo! Um site onde se partilha felicidade está repleto de mta gente com falta de Amor no Coração!

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    3. Incrivelmente só hoje consegui ler este post e esta resposta. Concordo com quase td o q li e principalmente com este post. Acho q o facto de tratar por tu os pais não é de todo falta de respeito, issoa contece comigo e no entanto tenho o maior respeito por eles. Curiosamente trato o meu avô por você e a minha avó por tu, mas penso q ist s deve ao facto de ter passado muito tempo com ela enquanto criança.
      Bem tratando por tu ou você, o mais importante é que exista respeito entre seres q se consideram racionais, infelizmente nos blogues isso por vezes não acontece.

      Desejo de uma gravidez santa e beijinhos :)

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    4. Sim, mas esse hábito era habitual. Hoje é desajustado. E quando o desajustado é propositado, como neste caso, então há que questionar as razões para tal coisa.

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